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Depois dos 45 anos, cuidar da saúde feminina também significa olhar com mais atenção para o coração.
Com o passar dos anos, fatores como ganho de peso, colesterol elevado, sedentarismo, estresse, pressão arterial e alterações na glicemia podem se acumular e aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Muitas dessas mudanças acontecem de forma silenciosa e, por isso, a prevenção ganha ainda mais importância.
Para a Dra. Érica Rades, o acompanhamento da mulher nessa fase deve considerar a saúde de maneira ampla. Além dos cuidados ginecológicos, é importante entender hábitos, histórico familiar, composição corporal e outros fatores que podem impactar a saúde cardiovascular no longo prazo.
O risco cardiovascular não começa aos 45 anos e também não aumenta de uma hora para outra nessa idade. No entanto, conforme os anos passam, cresce a importância de identificar e controlar fatores que podem ter se desenvolvido silenciosamente.
Pressão alta, colesterol alterado, diabetes e excesso de peso, por exemplo, podem permanecer por muito tempo sem causar sintomas.
Por isso, essa é uma fase importante para não limitar os cuidados apenas aos exames ginecológicos de rotina. É também o momento de observar como está a saúde como um todo e investir cada vez mais em prevenção.
O peso é um dos aspectos que merecem acompanhamento, mas o número na balança não deve ser analisado isoladamente.
A distribuição da gordura corporal, a quantidade de massa muscular e a circunferência abdominal também ajudam a compreender melhor a saúde metabólica da mulher.
O excesso de gordura corporal, especialmente na região abdominal, pode estar associado a fatores como resistência à insulina, pressão alta, alterações do colesterol e maior risco cardiovascular.
Por isso, o objetivo não deve ser simplesmente emagrecer, mas buscar uma composição corporal mais saudável e sustentável.
Uma mulher pode se sentir bem e, ainda assim, apresentar alterações importantes no colesterol.
O colesterol LDL elevado é um dos fatores relacionados ao desenvolvimento de placas nas artérias e, quando associado a outros riscos, merece atenção especial.
A avaliação não deve considerar apenas um resultado isolado. Histórico familiar, pressão arterial, glicemia, tabagismo, peso e outros aspectos ajudam a determinar o risco de cada mulher.
Manter os exames periódicos é uma forma de identificar alterações antes que elas tragam consequências para a saúde.
Manter o corpo em movimento é uma das principais estratégias para proteger a saúde cardiovascular.
A atividade física regular pode contribuir para o controle da pressão arterial, da glicemia, do colesterol e do peso, além de favorecer a manutenção da massa muscular e melhorar o condicionamento físico.
Não é necessário transformar a rotina de uma hora para outra. Caminhadas, musculação, corrida, bicicleta, natação ou outras atividades podem fazer parte desse cuidado, desde que sejam compatíveis com as condições e preferências de cada mulher.
O mais importante é combater o sedentarismo e construir uma rotina possível de ser mantida.
Trabalho, família, responsabilidades financeiras, mudanças pessoais e uma rotina cada vez mais intensa fazem com que muitas mulheres convivam com níveis elevados de estresse.
Quando persistente, o estresse pode interferir no sono, na alimentação, na pressão arterial e até na disposição para praticar atividades físicas.
Além disso, momentos de maior sobrecarga podem favorecer hábitos que prejudicam a saúde, como alimentação desorganizada, sedentarismo e consumo excessivo de álcool.
Cuidar da saúde cardiovascular, portanto, também envolve observar a qualidade do sono, os momentos de descanso e a forma como o estresse está sendo administrado.
Depois dos 45 anos, alguns pontos merecem atenção especial na avaliação da saúde:
A presença de um desses fatores não significa necessariamente que exista uma doença. O mais importante é entender o conjunto e avaliar o risco de maneira individualizada.
Mulheres com familiares próximos que tiveram infarto, AVC ou outras doenças cardiovasculares, principalmente em idades mais jovens, devem informar esse histórico durante o acompanhamento médico.
A genética não determina sozinha o futuro da saúde, mas pode indicar a necessidade de uma atenção maior aos fatores que podem ser modificados.
Conhecer o próprio histórico ajuda a construir uma estratégia de prevenção mais adequada.
Durante muitos anos, o acompanhamento ginecológico pode ser associado principalmente a exames preventivos, contracepção, gestação ou outras questões específicas da saúde feminina.
Depois dos 45 anos, é importante ampliar essa visão.
Na consulta com a Dra. Érica Rades, o cuidado com a mulher considera também fatores relacionados à saúde global, permitindo identificar situações que precisam de acompanhamento, mudanças de hábitos ou avaliação conjunta com outros especialistas.
O objetivo é não esperar que um problema apareça para começar a cuidar.
Não é preciso esperar sintomas para avaliar a saúde cardiovascular.
Acompanhar peso, colesterol, pressão arterial, glicemia, atividade física, sono e estresse permite reconhecer fatores de risco e agir sobre aquilo que pode ser modificado.
Mais do que pensar apenas no presente, essa atenção ajuda a construir qualidade de vida para os próximos anos.
Com a Dra. Érica Rades, o acompanhamento da mulher após os 45 anos é individualizado e considera diferentes aspectos da saúde, com foco na prevenção, bem-estar e qualidade de vida.
Se você tem mais de 45 anos, aproveite esse momento para olhar para sua saúde de forma mais completa.
Agende uma consulta com a Dra. Érica Rades e converse sobre os cuidados que podem fazer diferença para sua saúde agora e nos próximos anos.