Localização
Rua Catequese, 725 - 11º andar - Sala 114
Bairro Jardim - CEP: 09090-401
Santo André, SP
Telefone
Informações
Saiba mais sobre a Dra. Érica
Depois da menopausa, qualquer episódio de sangramento vaginal merece atenção. Mesmo que seja pequeno, aconteça apenas uma vez ou apareça como uma discreta mancha rosada ou amarronzada, o recomendado é procurar avaliação ginecológica.
Isso não significa que o sangramento seja necessariamente sinal de uma doença grave. Existem diferentes causas possíveis, muitas delas benignas. Mas, como algumas alterações importantes também podem se manifestar dessa forma, investigar é a maneira mais segura de entender o que está acontecendo.
Com a Dra. Érica Rades, a avaliação parte do histórico da paciente, dos sintomas apresentados e do exame ginecológico, com a possibilidade de complementar a investigação com exames de imagem e outros procedimentos quando houver indicação.
A menopausa é estabelecida após 12 meses consecutivos sem menstruação. Depois desse período, um novo sangramento vaginal não deve ser considerado uma menstruação comum.
É importante procurar avaliação mesmo quando houver:
A intensidade do sangramento, portanto, não determina sozinha a importância da investigação.
Existem diferentes condições que podem provocar sangramento nessa fase da vida.
Entre as causas possíveis estão o afinamento e ressecamento dos tecidos da vagina ou do endométrio, pólipos, alterações do endométrio e o uso de determinados tratamentos hormonais.
Em uma parcela menor dos casos, o sangramento pode estar relacionado a alterações pré-cancerígenas ou ao câncer de endométrio. Por isso, o sintoma nunca deve ser simplesmente atribuído à idade sem uma avaliação adequada.
Sim.
Uma das dúvidas mais frequentes é se um pequeno sangramento realmente precisa ser investigado. A recomendação é que qualquer sangramento ocorrido depois de estabelecida a menopausa seja avaliado, mesmo que tenha acontecido somente uma vez e não esteja acompanhado de outros sintomas.
Esperar um segundo episódio para procurar atendimento pode atrasar o diagnóstico da causa.
A investigação começa pela conversa com a paciente. É importante entender quando ocorreu o sangramento, sua intensidade, duração, se existem outros sintomas e quais medicamentos ou tratamentos são utilizados.
O exame ginecológico também ajuda a avaliar vagina e colo do útero e a identificar possíveis fontes de sangramento.
Dependendo de cada caso, a investigação pode incluir:
Diretrizes atuais reforçam a importância de uma avaliação rápida e adequada do sangramento pós-menopausa, podendo incluir ultrassonografia transvaginal e avaliação do tecido endometrial de acordo com o perfil da paciente.
O ultrassom transvaginal permite visualizar o útero, os ovários e o endométrio, ajudando a identificar alterações que possam estar relacionadas ao sangramento.
Com a Dra. Érica Rades, o ultrassom transvaginal pode ser realizado no próprio consultório quando houver indicação, permitindo integrar as imagens à avaliação clínica da paciente.
É importante lembrar, porém, que nenhum exame deve ser interpretado isoladamente. Dependendo dos sintomas, da recorrência do sangramento e dos fatores de risco individuais, podem ser necessários outros métodos de investigação.
Pode, mas essa não é a única nem a causa mais frequente.
Alterações benignas, como o afinamento dos tecidos vaginais e do endométrio, estão entre as causas comuns de sangramento após a menopausa. Por outro lado, o sangramento vaginal é um dos principais sinais que levam à investigação do câncer de endométrio.
É justamente por isso que o ideal não é entrar em pânico, mas também não ignorar o sintoma.
Quando uma alteração importante é identificada precocemente, existem mais possibilidades de diagnóstico e tratamento no momento adequado.
Um sangramento persistente ou que volta a acontecer precisa de nova avaliação, mesmo que exames anteriores não tenham identificado alterações significativas.
Nessas situações, a ginecologista pode indicar uma investigação complementar para entender a origem do sintoma. As recomendações atuais destacam especialmente a importância de aprofundar a avaliação quando o sangramento persiste ou se repete.
Depois de passar 12 meses sem menstruar, voltar a apresentar sangramento não deve ser tratado como algo normal da idade.
Na maior parte das vezes, a investigação pode identificar condições tratáveis e benignas. O ponto fundamental é não tentar descobrir a causa sozinha nem adiar a avaliação porque o sangramento foi pequeno.
Com a Dra. Érica Rades, cada caso é avaliado individualmente, considerando sintomas, histórico de saúde e os exames necessários para chegar a um diagnóstico adequado.
Se você já entrou na pós-menopausa e apresentou qualquer episódio de sangramento vaginal, procure avaliação ginecológica.
Agende uma consulta com a Dra. Érica Rades para investigar a causa e receber a orientação adequada para o seu caso.