Localização
Rua Catequese, 725 - 11º andar - Sala 114
Bairro Jardim - CEP: 09090-401
Santo André, SP
Telefone
Informações
Saiba mais sobre a Dra. Érica
O ultrassom transvaginal é um dos exames de imagem mais utilizados na Ginecologia para avaliar o útero, os ovários e outras estruturas da região pélvica.
Ele pode auxiliar na investigação de sintomas como dor pélvica, sangramento menstrual aumentado ou irregular, alterações no ciclo e dificuldade para engravidar, além de ser utilizado no acompanhamento de condições já diagnosticadas.
Por permitir que o transdutor fique mais próximo dos órgãos pélvicos, o exame produz imagens detalhadas e pode fornecer informações importantes para complementar a avaliação realizada durante a consulta ginecológica.
Na Clínica RADES, a Dra. Érica realiza a ultrassonografia pélvica e transvaginal durante a consulta quando existe indicação, integrando o exame ao histórico e aos sintomas apresentados pela paciente.
O ultrassom transvaginal é um exame de imagem realizado por meio de um transdutor fino introduzido delicadamente pelo canal vaginal.
Esse transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que são transformadas em imagens dos órgãos e estruturas internas.
Diferentemente de exames como radiografia e tomografia, a ultrassonografia não utiliza radiação ionizante.
A proximidade do transdutor com os órgãos pélvicos permite observar com detalhes estruturas como:
Dependendo do motivo do exame, outras características da pelve também podem ser avaliadas.
O exame pode ser solicitado tanto para investigar sintomas quanto para acompanhar alterações identificadas anteriormente.
Entre as situações em que o ultrassom transvaginal pode ser útil estão:
A indicação depende do histórico clínico e do motivo que levou a mulher à consulta.
Por isso, o ultrassom não deve ser analisado de forma isolada. Seu resultado precisa ser interpretado juntamente com os sintomas, exame ginecológico e demais informações da paciente.
O exame pode identificar ou contribuir para a investigação de diferentes condições ginecológicas.
Os miomas são nódulos benignos que se desenvolvem no tecido muscular do útero.
A ultrassonografia pode ajudar a verificar sua presença, quantidade, localização e dimensões. Essas características são importantes porque nem todo mioma provoca sintomas ou precisa de tratamento.
Os ovários podem apresentar diferentes tipos de cistos ao longo da vida.
Muitos estão relacionados ao próprio funcionamento do ciclo menstrual e desaparecem espontaneamente. Outros precisam de acompanhamento ou investigação complementar de acordo com suas características.
O endométrio é o tecido que reveste internamente o útero e sofre modificações durante o ciclo menstrual.
Sua espessura e aparência podem ser avaliadas pelo exame quando existe indicação, principalmente diante de alterações do padrão de sangramento.
A ultrassonografia transvaginal também pode fazer parte da investigação de mulheres com sintomas sugestivos de endometriose.
Em determinadas situações, o exame precisa ser direcionado especificamente para a pesquisa da doença.
Cólicas muito intensas, dor durante a relação sexual e sintomas intestinais ou urinários que acompanham o ciclo são alguns dos sinais que merecem avaliação. Saiba mais no conteúdo sobre endometriose: principais sintomas, diagnóstico e quando procurar o ginecologista.
O ultrassom permite observar os ovários, seus folículos e possíveis alterações.
Entretanto, encontrar diversos pequenos folículos não é suficiente, por exemplo, para diagnosticar a Síndrome dos Ovários Policísticos. O diagnóstico da SOP considera sintomas, funcionamento da ovulação, alterações hormonais e outros critérios clínicos.
Nem toda mulher precisa realizar ultrassom transvaginal em todas as consultas ginecológicas.
A necessidade do exame depende de fatores como idade, sintomas, histórico clínico, alterações anteriores e achados do exame físico.
Por isso, não existe uma lista única de exames que todas as mulheres devam repetir na mesma frequência.
No conteúdo sobre check-up ginecológico em cada fase da vida, explicamos por que a avaliação deve ser individualizada e como os exames podem mudar conforme a idade e as necessidades da paciente.
Na página de Ginecologia, a Dra. Érica também destaca que os exames necessários para o acompanhamento são definidos de acordo com cada mulher. Erica Rades
Para realizar o exame, a paciente permanece deitada em posição semelhante à utilizada no exame ginecológico.
O transdutor é protegido por uma cobertura descartável e recebe gel lubrificante antes de ser introduzido cuidadosamente pela vagina.
Durante o exame, ele pode ser movimentado delicadamente para permitir a visualização de diferentes estruturas.
As imagens aparecem em tempo real na tela do equipamento, permitindo avaliar o útero e os ovários sob diferentes ângulos.
Em geral, trata-se de um exame rápido.
Na maioria das mulheres, o ultrassom transvaginal provoca pouco ou nenhum desconforto.
Algumas pacientes podem sentir pressão durante a introdução ou movimentação do transdutor.
A sensibilidade pode ser maior quando já existe dor pélvica, inflamação, determinadas condições ginecológicas ou desconforto com exames vaginais.
É importante avisar o médico caso haja dor durante o exame. A avaliação deve respeitar os limites e o conforto da paciente.
Normalmente, o preparo para o ultrassom transvaginal é simples.
Em muitos casos, recomenda-se realizar o exame com a bexiga vazia, porque isso facilita a aproximação do transdutor dos órgãos que serão avaliados.
Entretanto, a orientação pode variar conforme o tipo de avaliação solicitada ou se outros exames serão realizados em conjunto.
Por isso, é importante seguir as instruções fornecidas pelo médico ou pela clínica.
Em geral:
Quando o exame é realizado durante a própria consulta, o médico pode orientar imediatamente o preparo necessário.
Em muitos casos, sim.
A menstruação por si só não impede a realização do ultrassom transvaginal.
Dependendo do motivo da investigação, inclusive, determinada fase do ciclo pode fornecer informações importantes.
Em outras situações, o médico pode considerar mais adequado realizar o exame em um período específico do ciclo menstrual.
Por isso, se a menstruação coincidir com a data prevista para o exame, não é necessário cancelar automaticamente. O ideal é confirmar se existe alguma orientação específica para aquele caso.
Os dois exames utilizam a ultrassonografia para avaliar estruturas da pelve, mas são realizados de maneiras diferentes.
No ultrassom pélvico abdominal, o transdutor é movimentado sobre a região inferior do abdômen. Frequentemente, é necessário estar com a bexiga cheia para facilitar a visualização dos órgãos.
Já no ultrassom transvaginal, o transdutor é introduzido pela vagina. Como fica mais próximo do útero e dos ovários, costuma oferecer imagens mais detalhadas dessas estruturas.
Em determinadas situações, os dois métodos podem ser complementares.
A escolha depende do objetivo do exame, da idade, das condições da paciente e do que precisa ser investigado.
A indicação precisa ser avaliada individualmente.
Em pacientes que nunca tiveram relação sexual com penetração vaginal, geralmente são consideradas outras formas de avaliação, como a ultrassonografia pélvica realizada pelo abdômen.
O médico deve avaliar a necessidade do exame e discutir as alternativas disponíveis antes de qualquer procedimento.
No acompanhamento de adolescentes, esse cuidado é particularmente importante. Veja também o conteúdo sobre a primeira consulta ginecológica na adolescência.
A ultrassonografia transvaginal também pode ser utilizada em determinadas fases e situações da gestação, especialmente no início da gravidez.
Nesse contexto, o objetivo e a avaliação são obstétricos e diferentes daqueles de um exame ginecológico de rotina.
Durante a gestação, a escolha dos exames faz parte do acompanhamento de Obstetrícia, considerando a idade gestacional e as necessidades da mãe e do bebê.
Nem sempre.
O ultrassom é uma ferramenta diagnóstica importante, mas um achado de imagem precisa ser interpretado dentro do contexto da paciente.
Um pequeno mioma, por exemplo, pode ser encontrado em uma mulher sem sintomas e não exigir intervenção. Um cisto ovariano pode representar apenas uma alteração relacionada ao ciclo. Da mesma forma, determinado aspecto dos ovários não é suficiente para diagnosticar uma síndrome hormonal.
É por isso que a associação entre consulta, histórico clínico, exame físico e ultrassonografia pode ser tão importante.
Sintomas novos ou alterações persistentes não precisam esperar uma consulta de rotina para serem avaliados.
Procure o ginecologista especialmente diante de situações como dor pélvica frequente, cólicas intensas, aumento importante do fluxo menstrual, sangramento fora do período esperado, irregularidade persistente do ciclo ou dificuldade para engravidar.
O ginecologista poderá avaliar se o ultrassom transvaginal é necessário ou se outro exame é mais adequado para aquela situação.
A Dra. Érica Rades é formada pela Faculdade de Medicina do ABC e realizou Residência Médica na USP, instituição em que também desenvolveu seu Mestrado e Doutorado. Foi preceptora, assistente da Obstetrícia de Alto Risco e professora universitária.
Em sua atuação na Ginecologia, utiliza a ultrassonografia pélvica e transvaginal quando necessária para auxiliar na avaliação de dores pélvicas, sangramento anormal e alterações uterinas e ovarianas.
Conheça mais sobre sua formação e trajetória em Sobre a Dra. Érica Rades.
O ultrassom transvaginal é um exame importante para a saúde ginecológica, mas sua indicação deve estar relacionada às necessidades de cada mulher.
Mais do que realizar exames de forma automática, o objetivo é entender sintomas, histórico e possíveis alterações para definir a investigação mais adequada.
Se você apresenta dor pélvica, alterações menstruais ou precisa de uma avaliação ginecológica, agende uma consulta com a Dra. Érica Rades. Quando indicado, o ultrassom transvaginal pode ser realizado durante a própria consulta.
American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) – Ultrasound Exams. Orientações sobre os usos da ultrassonografia ginecológica, realização do exame transvaginal e preparo. ACOG
https://www.acog.org/womens-health/faqs/ultrasound-exams
Guy’s and St Thomas’ NHS Foundation Trust – Transvaginal ultrasound scan. Informações para pacientes sobre realização, preparo e utilização do ultrassom transvaginal. Guy’s e St Thomas’ NHS
https://www.guysandstthomas.nhs.uk/health-information/transvaginal-ultrasound-scan
NHS – Ultrasound scan. Informações gerais sobre ultrassonografia, exames internos e preparação para o procedimento. nhs.uk